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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
domingo, 1 de junho de 2014
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Azul Intemporal
Heart of Wax
Para o Paulo Intemporal
Há o Tempo, e as coisas fora do Tempo,
e tudo o que é fora do Tempo
é do tempo próprio do seu
próprio tempo dentro
E um dia fomos a contar os dedos,
até parar os dedos de chegar,
e contar já ser som poema,
e pêndulo de horas delidas,
e aí fizemos a pausa espanto,
ó, zénites celestiais,
marulhados do engano!...
E sorrimos,
prisioneiros da roda própria,
d'o ingénuo contar
ser a forma mesma
do soar das coisas,
nós,
os estranhos,
os ausentes,
os visitantes transeuntes
do prodígio próprio,
muito alá do rolar do Tempo,
e estonteados de música miraculosa,
num vivido encanto,
e insuportável deriva estranha,
inscrita em forma extensa,
num rumor eterno,
de Eternidade
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Aquilo que um dia seria um poema
Para uma oferenda, em forma de traço e cor, de Manuela BaPtista
Fosse um dia a dádiva, e o lugar das coisas mínimas, que ocupam a imensidade dos sentidos. E eu gravei, penso, acho, não sei, a cor de um perfume, e aquele fragmento de luz final, em que ambos sorrimos, mas de que serviriam os sorrisos agora, com o turbilhão da noite a avizinhar-se?, ah, serenos deuses, como as palavras que aqui rolam se envolvem, inexoráveis, no seu fatal sentido, e tão incompleto ficará o que me sentei a redigir...
domingo, 21 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
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