domingo, 28 de abril de 2013

. nesta data feliz .

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. ao Luís Prata . ____________________ . muitos parabéns . !!! .





. entre sorrisos . e muitos risos . também . :))) .




domingo, 14 de abril de 2013

Tesouros do Fundo do Mar

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não te esqueças de dar pão às plantas regar os pássaros
soltar o gato fechar as janelas

a rã levo-a comigo
precisa apenas de dois copos de água para nadar



sábado, 9 de março de 2013

. kl Bird Park . kuala lumpur . malaysia .



 
 
 
 
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sábado, 3 de novembro de 2012

Leiria Queirosiana

 
 
. a não perder . ________________________________ . aqui .
 
 
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domingo, 7 de outubro de 2012

. kika .

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domingo, 19 de agosto de 2012

. verão .

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

. Luis Prata . sempre tanto . há tanto . e . para sempre .



dão.se alvíssaras às atitudes capazes de acrescentar o mundo
cordas nós que são virtudes ao desatar cada segundo
alicerces na breve audácia das folhas ocres que destecem
das constelações cinza prata a sorte é verde errata de fundo
dos actos resultam factos que ao entardecer alvorecem
as falanges são rainhas nas ladainhas que não esquecem
no milagre da amizade são dedos tarsos que permanecem
dos credos reza a íris na latitude da distância
da plenitude são longitude a imortalizar a constância
rememorando o poeta de carácter prioritário
sou gratíssimo ao gesto com a garra de ser revolucionário
na alvorada em que manifesto ter em ti um amigo extraordinário


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domingo, 24 de junho de 2012

. as pérolas dos finais dos tempos .


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domingo, 26 de fevereiro de 2012

. thailand .

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domingo, 19 de fevereiro de 2012

. ayutthaya . thailand .

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sábado, 14 de janeiro de 2012

. a folha de ouro .

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sábado, 22 de outubro de 2011

Xadrez do Tempo

Xadrez do Tempo


Para o Carlos Paula
O Universo é plano,
e o tabuleiro lhano
une o homem e o jovem no jogo longo
que os separa e rege.
Cada peça é som de sinfonia de milhões de sonhos,
A movimentar os seus sentares em mil sentidos,
E só a mão pensativa, que engole o Tempo,
Avança, como nos Céus constelantes
da linha do Pensamento,
E Oríon, o caçador, vence as sombras, e audaz avança,
Para o jogo zenital das peças que se entredevoram,
A esgotar o tabuleiro do Tempo.
Mas já tudo é Esfera e Ciclo e cores,
E Argos, o filho veloz de Zeus, Licaios,
a cavalgar confusa poeira de estrelas,
na devastada Via Láctea
de noites inundadas de luz difusa e astro ardente.
Cosmos de todos os jogos,
o Tempo ora devassa e cruza arcanos da Noite,
e já entre a mão do homem se joga outra Eternidade,
Castor maduro e Polux desvanecido,
Grafada num Cume e Fundo,
da Terra, a deslizar, polar,
do Poente, em alto e trevas,
para memorar o fim da Noite,
quando Dafne se esvai dos dedos de Apolo,
e inscreve eternamente um novo jogo,
xadrez do tempo,
in lauro,
no despertar da fluída aurora.





domingo, 31 de julho de 2011

Tesouro

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