quinta-feira, 1 de novembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
João VIII, Paleólogo
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Vasileus Romaion
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
domingo, 30 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
. Luis Prata . sempre tanto . há tanto . e . para sempre .
dão.se alvíssaras às atitudes capazes de acrescentar o mundo
cordas nós que são virtudes ao desatar cada segundo
alicerces na breve audácia das folhas ocres que destecem
das constelações cinza prata a sorte é verde errata de fundo
dos actos resultam factos que ao entardecer alvorecem
as falanges são rainhas nas ladainhas que não esquecem
no milagre da amizade são dedos tarsos que permanecem
dos credos reza a íris na latitude da distância
da plenitude são longitude a imortalizar a constância
rememorando o poeta de carácter prioritário
sou gratíssimo ao gesto com a garra de ser revolucionário
na alvorada em que manifesto ter em ti um amigo extraordinário
Heart of Wax
domingo, 15 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
sábado, 22 de outubro de 2011
Xadrez do Tempo
Xadrez do Tempo
Para o Carlos Paula
O Universo é plano,e o tabuleiro lhano
une o homem e o jovem no jogo longo
que os separa e rege.
Cada peça é som de sinfonia de milhões de sonhos,
A movimentar os seus sentares em mil sentidos,
E só a mão pensativa, que engole o Tempo,
Avança, como nos Céus constelantes
da linha do Pensamento,
E Oríon, o caçador, vence as sombras, e audaz avança,
Para o jogo zenital das peças que se entredevoram,
A esgotar o tabuleiro do Tempo.
Mas já tudo é Esfera e Ciclo e cores,
E Argos, o filho veloz de Zeus, Licaios,
a cavalgar confusa poeira de estrelas,
na devastada Via Láctea
de noites inundadas de luz difusa e astro ardente.
Cosmos de todos os jogos,
o Tempo ora devassa e cruza arcanos da Noite,
e já entre a mão do homem se joga outra Eternidade,
Castor maduro e Polux desvanecido,
Grafada num Cume e Fundo,
da Terra, a deslizar, polar,
do Poente, em alto e trevas,
para memorar o fim da Noite,
quando Dafne se esvai dos dedos de Apolo,
e inscreve eternamente um novo jogo,
xadrez do tempo,
in lauro,
no despertar da fluída aurora.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Primavera
Em parques de giz, tons de pincel pasteis a adornar o desdém profundo, e, trazendo o horizonte rubro e febril em mãos pequenas, relembrando planetas onde dancei sobre o mar escuro, inflamado de um azul alaranjado.
Ectoplasmas brincando de se esconder do veneno outrora sangrado em punhais do inverno.
Eu com um saco de moedas, um livro no bolso do meu casaco desbaratado contemplando o sol a aquecer sementes mortas, amargas de miséria, e a jubilar na presença do Rei, porque chegou a primavera.
Cuspi então todos os insectos, me lancei na fenda da rocha.
Agora sou sua raiz.
Cubram-me com flores.
sexta-feira, 18 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Sem título
Por mil e infinitos anos longos, perdidos entre as nuvens tremendas de fogo, o mais belo e íntimo proskeneo fazendo corar as bochechas pálidas de medo, frias de constrangimento, de uma criatura estranha com a solidão tamanha a engasgar-se em gritos mudos e afogada em seus pensamentos ásperos.
Sou eu, água suja, vaso quebrado.
Meu suor enfermo, meus punhais nas mãos, com cisco nos olhos, blasfemando o meu choro profano.
Hoje sou dor e amargura.
Tentei me curar do vício de querer inflamar sentimentos próprios e de sussurros libertinos.
É tudo apenas um esboço de uma teoria falida.
Heart of Wax
segunda-feira, 7 de março de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
sábado, 27 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
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